Olhos paralisados quando adentra em algum espaço,
A bela dama do espartilho de aço,
Sua presença faz enrubescer os rostos reluzentes,
Até dos sangues mais frios existentes.
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Altiva ela caminha nesse mundo, a se curar,
À procura do material mais nobre, para se sustentar,
Seu espartilho com peças e engrenagens entrelaçadas,
E o que faz ficar de pê, para lutar contra as ameaças.
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A dama em sua jornada segue à procura de um concerto,
Nos gênios mais habilidosos algo por serem descoberto,
Todos os dias encaixa seu espartilho no corpo ao despertar,
Seu espartilho fecha-se com um laço a se apertar.
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Olhos paralisados, pois avistou o contorno do laço,
Da bela dama do espartilho de aço,
A dama sonha com a possibilidade de se curar,


1 comentários:
Lindo! Acabei por me ver em seu poema!
Pryscila.
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